Leite condensado.

Você sabia que o leite condensado foi criado no século 19 como um alimento de guerra? A ideia era garantir que os soldados nas trincheiras contassem com a nutrição do leite, mesmo que não fosse fresco.


Quando as guerras acabaram, a Nestlé e outras fabricantes precisavam encontrar um novo mercado. E aqui, em nosso país, encontraram um campo fértil por onde avançar.


↪️Saiba mais sobre essa história surpreendente que mudou as receitas brasileiras e que fez com que virássemos o país do leite condensado:


Quando chegou ao Brasil, em meados do século 19, a Nestlé explorou o medo das mães e donas de casa afirmando que alimentos industrializados eram superiores e que leites de procedência duvidosa colocariam seus bebês em risco.


“Seria capaz de arriscar a vida de seu filhinho sentando-o na janela de um arranha-céu? Certamente que não! Entretanto, dando-lhe leite de procedência duvidosa, está pondo-o em perigo da mesma forma”, era o que dizia um dos muitos anúncios. 


Sim meus queridos, o leite condensando era vendido como um bom (e seguro) substituto do leite materno.


Mas, quando as fórmulas infantis chegaram, nos anos 60, a empresa não sabia o que fazer com o leite condensado, até então indicado para bebês. Foi então que decidiu “reler” os doces brasileiros, forjando uma relação de afeto com as donas de casa


Foi assim que a Nestlé reescreveu os doces brasileiros. Beijinho, pudim de leite, papo de anjo: todas as receitas tradicionais foram adaptadas para fazer do Brasil um alvo preferencial dos produtos da empresa, que soube se posicionar como amiga e educadora de toda uma geração de donas de casa e muito mais....


Querem ouvir o enredo inteiro? Ouçam o episódio da terceira temporada do podcast Prato Cheio do @ojoioeotrigo.


ESTÁ IMPERDÍVEL!!!


Fonte: @ojoioeotrigo


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